Mais Livros Menos Armas!

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  • Kit Campanha Lula Livre

    Na Expressão Popular continuamos na luta pela defesa da democracia e pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva, por isso, separamos especialmente alguns títulos e organizamos uma promoção pela Campanha Lula Livre para fortalecer a batalha das ideias:

    • “Caravana da esperança”;
    • “LULALIVRE LULALIVRO”; e
    • “A verdade vencerá”.
    R$75,00 Comprar
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    Eu vi um novo mundo nascer

    Seleção de textos – todos inéditos em português – do jornalista e escritor americano, autor de Dez dias que abalaram o mundo. Edição comemorativa dos oitenta anos de morte do escritor. Eu vi um novo mundo nascer é uma antologia de textos que falam da juventude do autor, da guerra, das greves operárias e da situação política nos Estados Unidos, do México de Pancho Villa, da Rússia revolucionária. Exemplos de alguns de seus melhores artigos foram redigidos para as revistas The Masses,Metropolitan, Seven arts Liberator.

    Belíssimamente escrito, carregado de emoção e de fina ironia – mas com o olho crítico do autor fixo na dura realidade vivida no início do século passado – este livro se revela assustadoramente atual. Uma lição de ética e jornalismo.

    R$31,00 R$10,00 Comprar
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    Mulher, estado e revolução

    O livro retrata as grandes experiências da libertação da mulher e do amor livre na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) depois da Revolução – e por que falharam, quando entrou em cena a burocracia stalinista. “Seu tema é a difícil relação entre vida material e belos ideais”, afirma Goldman. O livro examina as condições materiais da União Soviética logo após a Revolução e explora questionamentos relevantes para qualquer movimento social: quando um novo mundo poderá ser criado? Quais são as condições necessárias para se realizar ideais revolucionários? É possível que se crie total liberdade sexual para homens e mulheres sob condições de desemprego, discriminação e persistência de atitudes patriarcais? O que podemos apreender dessa experiência, depois da Revolução Russa? Combinando história política e social, o livro recupera não apenas as lições discutidas por juristas e revolucionários, mas também as lutas diárias e ideias de mulheres trabalhadoras e camponesas.

    R$56,00 R$35,00 Comprar
  • Ódio como política, O

    O ódio como política, organizado por Esther Solano, chega às livrarias durante o período eleitoral, no momento em que o campo progressista assiste perplexo à reorganização e ao fortalecimento político das direitas. “Direitas”, “novas direitas”, “onda conservadora”, “fascismo”, “reacionarismo”, “neoconservadorismo” são algumas expressões que tentam conceituar e dar sentido a um fenômeno que é indiscutível protagonista nos cenários nacional e internacional de hoje, após seguidas vitórias dessas forças dentro do processo democrático. Trump, Brexit e a popularidade de Bolsonaro integram as complexas dinâmicas das direitas que a coletânea busca aprofundar a partir de ensaios escritos por grandes pensadores da atualidade. Tendo como foco central o avanço dos movimentos de direita, os textos analisam sob as mais diversas perspectivas o surgimento e a manutenção do regime de ódio dentro do campo político.

    R$15,00 Leia mais
  • O privilégio da servidão – o novo proletariado de serviços na era digital

    O novo livro do sociólogo e professor da Unicamp Ricardo Antunes apresenta um retrato detalhado da classe trabalhadora hoje, em suas principais tendências. O estudo apresenta uma análise detalhada das mudanças trabalhistas que ocorreram na história recente do país, desde a redemocratização até o impeachment de Dilma Rousseff, e seu eixo está em compreender a explosão do novo proletariado de serviços, que se desenvolve com o trabalho digital, on-line e intermitente. Antunes demonstra como estão se manifestando essas tendências tanto nos países da Europa quanto no Brasil, apresentando elementos presentes na nova morfologia do trabalho. Os adoecimentos, padecimentos, precarizações, terceirizações, desregulamentações e assédios parecem tornar-se mais a regra do que a exceção.

    Um dos principais estudiosos da sociologia do trabalho no Brasil, Antunes combina a pesquisa sociológica concreta, rigorosa e empiricamente fundamentada com um compromisso social intransigente, a saber, a tomada de partido pelos explorados e oprimidos. “Se o mundo atual nos oferece como horizonte imediato o privilégio da servidão, seu combate e seu impedimento efetivos, então, só serão possíveis se a humanidade conseguir recuperar o desafio da emancipação”, afirma o autor.

    R$64,00 Leia mais
  • Velho Marx, O – uma biografia de seus últimos anos (1881-1883)

    O livro apresenta uma análise perspicaz dos anos finais e ainda pouco explorados da vida de Karl Marx. Combinando rigorosa abordagem acadêmica com uma escrita acessível, Marcello Musto derruba a lenda de que a partir de meados de 1870, devido a problemas de saúde e dificuldades pessoais, o filósofo alemão teria suspendido quase inteiramente sua pesquisa. Ao contrário, ele não só deu continuidade a seu trabalho, mas estendeu-o a novas disciplinas e a outras áreas do planeta.

    A partir do estudo de manuscritos que vieram a público recentemente e ainda não foram traduzidos do alemão nem publicados em livro, Musto demonstra que Marx passa a se interessar por antropologia, pelas sociedades não ocidentais e pela crítica ao colonialismo europeu. Por trás disso, não havia, como se tem dito, mera curiosidade intelectual, mas o propósito teórico-político de alargar e refinar a compreensão do capitalismo

    Além de desconstruir a imagem de um Marx eurocêntrico, economicista e exclusivamente absorvido pelo tema da luta de classes, esta biografia intelectual, com base nas de outros membros da família, oferece um retrato mais amplo e humano do autor em sua fase final. Permite ainda uma reavaliação inovadora de algumas de suas ideias-chave.

    R$39,00 Leia mais
  • Mulheres, cultura e política

    Nessa compilação de discursos e artigos, a ativista política Angela Davis – autora de Mulheres, raça e classe, publicado com estrondoso sucesso pela Boitempo em 2016 – apresenta um balanço de sua luta por uma mudança social progressista. Dividida em três eixos temáticos, “Sobre as mulheres e a busca por igualdade e paz”, “Sobre questões internacionais” e “Sobre educação e cultura”, a obra aborda as mudanças políticas e sociais pelas quais o mundo passou nas últimas décadas em relação à igualdade racial, sexual e econômica.

    A autora traz dados históricos e estatísticos detalhados sobre as condições das mulheres, da classe trabalhadora e da população negra nos Estados Unidos durante o governo Reagan, mostrando como a política adotada naquela administração operou para enfraquecer esses grupos sociais. Mostra, ainda, as influências das políticas norte-americanas em países da América Central, da África e do Oriente Médio, destacando o impacto que tiveram para fortalecer um movimento econômico mundial de concentração de renda e enfraquecimento das lutas sociais em vários países do mundo. Ao mesmo tempo, ela faz reflexões importantes sobre a resistência representada pelos movimentos sociais e sobre o potencial de conscientização e contestação da educação e das artes, em especial a pintura, a fotografia e o blues. Por meio dessa reflexão, Davis argumenta que a convergência dos diversos grupos, em diferentes países, em torno de interesses comuns é essencial para a construção de um mundo menos desigual.

    R$48,00 Comprar
  • Mulheres, raça e classe

    Mais importante obra de Angela Davis, Mulheres, raça e classe traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. Um clássico, para o pensador Norberto Bobbio, é um intérprete único de seu tempo, com tamanha reserva de atualidade que cada época e cada geração têm a necessidade de relê-lo e, ao relê-lo, de reinterpretá-lo. Dessa forma, um clássico cria teorias-modelo com vistas à compreensão da realidade, de tal sorte que consegue até mesmo explicar contextos diferentes daquele em que foi gestado.

    O livro Mulheres, raça e classe, da intelectual e feminista estadunidense Angela Davis, amolda-se, com precisão cirúrgica, a essa definição. Publicado em 1981, logo se converteu em referência obrigatória para se pensar a dinâmica da exclusão capitalista, tomando como nexo prioritário o racismo e o sexismo. Ordena-se sobre um arco de temas inescapável para compreendermos o modo de funcionamento das sociedades marcadas pela tragédia da escravidão moderna (o papel da mulher negra no trabalho escravo; classe e raça na campanha pelos direitos civis das mulheres; racismo no movimento sufragista; educação e libertação na perspectiva das mulheres negras; sufrágio feminino na virada do século; estupro e racismo; controle de natalidade e direitos reprodutivos; obsolescência das tarefas domésticas). A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução.

    R$54,00 Comprar
  • Verdade vencerá, A

    Às vésperas do desfecho de uma guerra jurídica sem precedentes chega às livrarias o livro A verdade vencerá: o povo sabe por que me condenam, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O lançamento se situa em um momento crucial da vida de um dos maiores políticos da história brasileira, na virada de fevereiro para março de 2018, enquanto o país aguarda a decisão do Poder Judiciário sobre sua prisão em decorrência da perseguição movida pela operação Lava Jato.

    O coração da obra são as 124 páginas, de um total de 216, que apresentam um retrato fiel do ex-presidente no presente contexto em formato de uma longa entrevista concedida aos jornalistas Juca Kfouri e Maria Inês Nassif, ao professor de relações internacionais Gilberto Maringoni e à editora Ivana Jinkings, fundadora e diretora da editora Boitempo. Foram horas de conversa aberta e sem temas proibidos, divididas em três rodadas, que aconteceram no Instituto Lula, em São Paulo, nos dias 7, 15 e 28 de fevereiro.

    Entre os principais temas discutidos, ganha destaque a análise inédita do ex-presidente sobre os bastidores políticos dos últimos anos e o que levou o Partido dos Trabalhadores a perder o poder após a reeleição de Dilma Rousseff. Lula também fala sobre as eleições de 2018 e suas perspectivas e esperanças para o País.

    Organizada por Ivana Jinkings, com a colaboração de Gilberto Maringoni, Juca Kfouri e Maria Inês Nassif – e edição de Mauro Lopes –, a obra traz ainda textos de Eric Nepomuceno, Luis Fernando Verissimo, Luis Felipe Miguel e Rafael Valim. Além disso, a edição é acrescida de uma cronologia da vida de Lula, organizada pelo jornalista Camilo Vannuchi, texto de capa do historiador Luiz Felipe de Alencastro e dois cadernos com fotos históricas, dos tempos no sindicato à presidência, passando pelas recentes caravanas e manifestações de rua.

    R$35,00 Comprar
  • Capital, O – Livro I – Processo de Produção do Capital

    Primeiro volume de “O Capital” de Karl Marx veio à luz na Alemanha em 1867 e é considerado a mais profunda investigação do modo de produção capitalista e suas correspondentes relações de produção e de circulação. Marx se dedica à compreensão das categorias que constituem a articulação interna da sociedade burguesa e analisa o capital em sua relação direta com a exploração da força de trabalho assalariado. A Inglaterra, localização clássica da força de trabalho industrial, serve de ilustração para sua exposição teórica. Assim como na tradução dos Grundrisse, esse volume substitui o tradicional uso da expressão “mais valia” por “mais valor”, uma tradução teoricamente indiscutível e unânime entre pesquisadores brasileiros que trabalham dentro da tradição marxista.

    R$98,00 Comprar
  • Capital, O – Livro II – O processo de circulação do capital

    Primeiro segundo volume de “O Capital” de Karl Marx, segundo o professor de sociologia da Unicamp Ricardo Antunes, oferece pistas para se compreender e atualizar a teoria do valor-trabalho, presente em fenômenos contemporâneos, como o papel predominante das tecnologias de informação, dos novos serviços e da produção imaterial. “Ao contrário do fim do valor, tão alardeado há décadas, o que o mundo produtivo vem presenciando é a expansão sem limites de novas formas geradoras do valor, ainda que sob a aparência do não-valor”.

    R$98,00 Comprar
  • Tempo e o cão, O

    Escrito a partir de experiências e reflexões sobre o contato com pacientes depressivos, o livro “O tempo e o cão” de Maria Rita Kehl aborda um tema que, apesar de muito comentado, é pouco compreendido. Para abordá-lo, Maria Rita faz um apanhado do lugar simbólico ocupado desde a Antiguidade clássica até meados do século XX, quando Freud trouxe esse significante do campo das representações estéticas para o da clínica psicanalítica. O livro toca também na relação subjetiva dos depressivos com o tempo, chamado pela autora de temporalidade. Para a construção deste pensamento, são utilizados conceitos dos filósofos Henry Bergson e Walter Benjamin, ambos dedicados à reflexão sobre essa questão.

    R$56,00 Leia mais
  • Deslocamentos do feminino – a mulher freudiana na passagem para a modernidade

    Publicada originalmente em 1998, a obra foi atualizada pela autora para a nova edição e é dividida em três partes: a primeira, sobre a constituição da feminilidade no século XIX, busca a origem dos discursos aceitos até agora como descritivos de uma “natureza feminina”, eterna e universal; a segunda aborda o romance de Flaubert e apresenta Emma Bovary como um “paradigma da mulher freudiana, alienada nas malhas de um discurso em que seus anseios latentes não encontram lugar ou palavra”; a terceira, por fim, é dedicada às teorias freudianas sobre as mulheres e a sexualidade feminina e suas repercussões na psicanálise contemporânea. Maria Rita examina alguns pontos da biografia de Freud e tenta entender o que o pai da psicanálise falhou em escutar nas queixas das mulheres a quem ele mesmo deu voz.

    “Este não é um livro sobre a história das mulheres, embora eu tenha precisado passar por um pouco de história para entender como se constituíram e se fixaram os discursos sobre as mulheres e a feminilidade na era moderna”, diz a autora, no prefácio desta obra. “Esta tampouco é uma pesquisa sobre as representações da mulher no Ocidente, embora eu discuta essas representações a partir do romance Madame Bovary, de Gustave Flaubert.” Maria Rita toma a literatura como documento sobre o imaginário de uma época, capaz de revelar os ideais de gênero nos quais Freud se baseou, até a década de 1930, para conceber sua teoria sobre a feminilidade e que até hoje influencia os ideais de cura na clínica psicanalítica.

    Mas o que querem as mulheres? Para Freud, a cura das histéricas (o mal-estar feminino por excelência no século XIX) equivalia a devolvê-las à mesma feminilidade da qual elas se desajustavam. Para Maria Rita, hoje podemos pensar na histeria como um feminismo espontâneo, que recusa uma identificação com uma natureza feminina eterna e universal – ou, como propõe: “se existe uma cura para as mulheres (…) ela passa pela (re)conquista do que, sendo dos homens, não tem por que não ser das mulheres também”. Um pênis? Não, mas uma ou mais de suas infinitas faces, que aparecem no campo de “escolhas de destino” das mulheres como sujeitos – sobretudo, como sujeitos desejantes.

     

    REF: Deslocamentos do feminino – a mulher freudiana na passagem para a modernidade Categorias Gênero, Orientação e Identidade, Psicologia Etiquetas: Boitempo, Feminismo, Maria Rita Kehl, Psicanálise

    R$57,00 Leia mais
  • Enigma do capital e as crises do capitalismo, O

    “O Partido de Wall Street teve seu tempo e falhou miseravelmente. Como construir uma alternativa a partir de sua ruína é tanto uma oportunidade imperdível quanto uma obrigação que nenhum de nós pode ou deveria jamais procurar evitar.” É com essa máxima que o geógrafo acadêmico mais citado do mundo, David Harvey, inicia seu novo livro, O enigma do capital: e as crises do capitalismo, o primeiro de sua autoria a ser lançado pela Boitempo Editorial.

    Harvey parte da análise da crise do subprime imobiliário de 2008 para demonstrar que, apesar de seu alcance e tamanho, ela não difere das crises passadas. Para tanto, o autor estuda as condições necessárias para a acumulação do capital e utiliza rigoroso arsenal teórico ao expor o papel fundamental que as crises têm na reprodução do capitalismo e os riscos sistêmicos de longo prazo que o capital representa para a vida no planeta.

    Riscos sistêmicos estes, inerentes ao capitalismo de livre mercado, que os economistas não foram capazes de compreender quando a crise estourou e até hoje parecem não ter ideia do que são ou do que fazer com eles. “Quando os políticos e economistas especializados parecem tão inconscientes e indiferentes à propensão do capitalismo a crises, quando tão alegremente ignoram os sinais de alerta a seu redor e chamam os anos de volatilidade e turbulência iniciados nos anos 1990 de ‘a grande moderação’, então o cidadão comum pode ser perdoado por ter tão pouca compreensão em relação ao que o atinge quando eclode uma crise e tão pouca confiança nas explicações dos especialistas que lhe são oferecidas”, afirma o autor.

    Nem sempre, porém, houve essa cegueira generalizada entre os economistas. Segundo Harvey, nos primeiros anos do capitalismo, economistas políticos de todos os matizes se esforçaram para entender os fluxos do capital, mas nos últimos tempos se afastaram do exercício de compreensão crítica para construir modelos matemáticos sofisticados, investigar planilhas e analisar dados sem fim. Qualquer concepção do caráter sistêmico desses fluxos foi perdida sob um monte de papéis, relatórios e previsões.

    Com uma capacidade analítica singular, Harvey dirige-se de forma didática e acessível ao leitor pouco familiarizado com o jargão econômico ou marxista, sem ser simplista. Por meio da construção detalhada de cada conceito, torna a leitura gradativamente mais complexa na medida em que uma maior articulação é necessária para explicar a dinâmica do fluxo do capital, seus caminhos sinuosos e sua estranha lógica de comportamento, tarefa fundamental para explicar as condições em que vivemos atualmente.

    O enigma do capital: e as crises do capitalismo desnuda as razões para o fracasso da sociedade de “livre mercado”, jogando por terra o argumento de que a crise financeira mundial, que começou em 2008 e está longe de acabar, não tenha precedentes. “Tento restaurar algum entendimento sobre o que o fluxo do capital representa. Se conseguirmos alcançar uma compreensão melhor das perturbações e da destruição a que agora estamos todos expostos, poderemos começar a saber o que fazer”, conclui o autor.

    REF: Enigma do Capital Categorias Economia, Geografia Etiquetas: Boitempo, David Harvey, Geografia

    R$52,00 Leia mais
  • Espectro

    Perry Anderson é um historiador competente e foi nessa condição que o público brasileiro começou, no final dos anos 1970, a ler seus livros. A obra que o leitor tem em mãos não trata, entretanto, da passagem de uma forma social a outra, objeto de alguns dos memoráveis estudos que fizeram a fama do autor. Este é dedicado às ideias políticas e sociais contemporâneas, campo no qual o antigo editor da New Left Review tem se movido com inegável competência ao longo das últimas décadas.
    Duas parecem ser as perspectivas que norteiam esta obra. A primeira delas é histórica. O pensamento político e social significativo de uma época é mais bem conhecido a partir do estudo das obras de grandes autores. Por meio destas é possível captar de modo preciso as ideias mais influentes de um período. Mas o significado de tais opiniões só pode ser conhecido se elas forem interpretadas como parte de um contexto histórico específico. As ideias expressam um contexto social e político sem se reduzir a mero epifenômeno deste. A relevância dos grandes autores está na capacidade que demonstram em traduzir seu tempo em concepções e, ao mesmo tempo, mudá-lo por meio delas. O pensamento de um autor tem, portanto, significado que não pode ser confundido com uma operação de espelhamento do real.
    A segunda perspectiva é crítico-política. Este é um livro que aborda autores e ideias identificados com a direita, o centro e a esquerda do espectro político e ideológico. Embora trate de uma ampla gama de temas, o autor tem suas predileções. É no âmbito de um pensamento de esquerda que ele encontra seu lugar. Mas a definição desse âmbito não implica uma atitude dogmática por parte de Anderson. Seu objetivo imediato é conhecer as ideias de um autor, mesmo quando não concorda com elas. É assim que sua crítica se torna eficaz – para combater ideologicamente a direita, a esquerda precisa antes conhecê-la. Em vez da segura exegese de textos sagrados, o autor assume o risco de um diálogo tenso e intenso com intelectuais dos mais variados matizes.
    Essa dupla perspectiva, ao mesmo tempo histórica e crítico-política, permite a Perry Anderson construir um rico panorama do espírito político e social dos séculos XX e XXI. O resultado é um painel abrangente desses conturbados séculos e dos desafios atuais do pensamento político e social de esquerda. (Álvaro Bianchi – Professor de Ciências Políticas/Unicamp)
    R$76,00 Comprar
  • Limites do capital

    O geógrafo britânico David Harvey é um dos pensadores mais influentes da atualidade, reconhecido por obras já consideradas clássicas, como Os limites do capital, publicado pela primeira vez em português, em versão revista e ampliada. Trata-se de uma análise profunda da história e da geografia do desenvolvimento capitalista, a partir de uma perspectiva marxista.
    Publicado pela primeira vez em 1982, o livro lançou as bases para o projeto intelectual de Harvey – autor de vasta obra – e, como diz a economista Leda Paulani, no texto de orelha, é premonitório, pois, aqui, o autor tratou de temas que, “uma década depois, migrariam para o centro da arena, onde permanecem até hoje”.
    Em Os limites do capital, Harvey une investigação sobre as dinâmicas espaciais do processo de urbanização, interpretação ambiciosa do legado de Marx e sensibilidade aguda para reestruturação econômica em curso. Na nova edição, o autor atualiza sua releitura da crítica da economia política de Marx, com uma discussão substancial em torno da conjuntura política global e da convulsão nos mercados mundiais hoje.
    REF: Limites do capital Categorias Economia, Geografia Etiquetas: Boitempo, David Harvey, Geografia
    R$89,00 Comprar
  • Para Entender o Capital

    “Para Marx, um conhecimento novo surge do ato de tomar blocos conceituais radicalmente diferentes, friccioná‑los uns contra os outros e fazer arder o fogo revolucionário. E é o que ele faz n’O capital: combina tradições intelectuais divergentes para criar uma estrutura completamente nova e revolucionária para o conhecimento”. (David Harvey)

    David Harvey é um dos marxistas mais influentes da atualidade, reconhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise geográfica das dinâmicas do capital.

    REF: Para Entender o Capital Categorias Economia, Geografia Etiquetas: Boitempo, David Harvey, Geografia 

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  • Para entender O Capital II

    A atual crise econômica, sem precedentes desde a Grande Depressão, não mostra sinais de resolução e a obra de Marx permanece incontornável para compreender a natureza e a dinâmica das economias capitalistas. Por quase quarenta anos, David Harvey escreveu e lecionou sobre O capital, consolidando-se com uma das maiores autoridades acadêmicas no assunto. Condensando essa experiência e dando continuidade ao sucesso de seu Para entender O capital, Livro I, Harvey volta sua atenção agora ao famigerado Livro II – o livro, aliás, foi finalizado durante sua estadia no Brasil para o projeto Marx: a criação destruidora, onde lançou seu volume I.
    Buscando tornar sua profundidade analítica acessível a um público maior, Harvey guia leitores com pouca ou nenhuma familiaridade com o pensamento de Marx por esta obra difícil e muito pouco lida. Enquanto o livro I foca na produção e o III, em crises, o Livro II examina de maneira mais abstrata a forma pela qual a noção de valor se dá a partir da compra e venda de mercadorias – a circulação. Conhecidamente mais complicado que o livro I, o volume II d’O capital é tratado de forma analítica por Harvey, que usa de sua experiência como professor para dissecá-lo. O autor ainda aborda diferentes questões presentes no original, como a forma de organização de uma sociedade verdadeiramente comunista e os estudos de Marx sobre Adam Smith. Da recente crise econômica pela qual passou o capitalismo até sua resposta neoliberal, Harvey provê, neste livro, exemplos concretos para a teoria de Marx.
    Harvey introduz ainda elementos do Livro III sobre crédito e finança para elucidar certos aspectos da crise contemporânea. Leitura obrigatória para quem deseja uma compreensão mais completa do pensamento econômico de Marx através de sua obra central: O capital. Com o estilo provocador marcante do geógrafo, este volume do livro mostra insights de Harvey sobre a teoria de Marx e dá assistência a quem deseja entender as contradições e crises do sistema vigente por meio de teorias escritas há mais de 150 anos.
    REF: Para Entender o Capital Categorias Economia, Geografia Etiquetas: Boitempo, David Harvey, Geografia
    R$67,00 Comprar
  • Política externa norte-americana e seus teóricos, A

    Neste livro, sobre geopolítica e relações internacionais, o historiador inglês Perry Anderson reconstitui os principais acontecimentos e inflexões da política externa dos EUA desde o fim da Segunda Guerra até os dias atuais, fazendo uma análise crítica desse período e de como foram tecidas as bases ideológicas, políticas, militares e institucionais em que se sustenta, atualmente, o poder imperial do país. A política externa norte-americana e seus teóricos é uma obra sucinta, que se inscreve dentro da literatura crítica do imperialismo, mas não repete os seus argumentos clássicos. Para o historiador, a oposição radical ao império norte-americano não “exige garantias do seu recuo ou do seu colapso iminente”. Mais do que isso, Anderson considera que, apesar das grandes mudanças geopolíticas em curso nesta segunda década do século XXI, os EUA mantêm sua hegemonia mundial. O livro traz uma compilação de ensaios publicados originalmente na New Left Review (NLR), divididos em duas partes: Império e Conselho. Em Império, Anderson delimita seu campo de análise ao se diferenciar da extensa literatura sobre o tema, composta essencialmente de história diplomática e estratégia geopolítica.

    R$64,00 Comprar
  • Freud e os não-europeus

    Neste livro, Edward Said analisa a questão da identidade no criador da psicanálise em função do conflito entre israelenses e palestinos. Utilizando uma gama de materiais da literatura, arqueologia e teoria social, o ensaio constitui uma exploração das implicações profundas da obra de Sigmund Freud, ‘Moisés e o monoteísmo’ para a política do Oriente Médio hoje. Último livro escrito pelo intelectual palestino, morto em setembro de 2003.

    R$38,00 Comprar
  • 17 contradições e o fim do capitalismo

    Para a sociedade ocidental moderna, o capital parece tão natural como o ar que se respira, e quase ninguém pensa em questioná-lo. Mas saber o que faz o capital funcionar – e o que, por outro lado, pode abalar suas bases – é crucial para compreender sua saúde em longo prazo, bem como as vastas implicações de qualquer mudança para a economia global. É o que faz o geógrafo britânico David Harvey nesta obra incisiva, ao revelar a vanguarda de suas análises das dinâmicas do capital e destrinchar as contradições internas desse motor econômico.

    Escrito em linguagem acessível, 17 contradições e o fim do capital coroa o “Projeto Marx”, que orienta a obra de Harvey há vinte anos, repensando Karl Marx em época de mutação e crise do capitalismo. A decisão de focar a análise nas contradições se deve em parte ao escritos do filósofo alemão, que enfatizou diversas vezes que crises do tipo que o mundo viveu em 2007-2008 são manifestações superficiais de contradições internas do capital. O objetivo de Harvey é inverter o uso da ideia de contradição como ponto final da reflexão e torná-la o início da conversa, em particular sobre o que seria uma política anticapitalista e como poderíamos entender as crises.

    Ao longo dessa análise sistemática, Harvey constata que, embora a forma de manifestação de algumas contradições tenha se desenvolvido desde a época de Marx, a estrutura das contradições do capital é surpreendentemente constante. Além disso, tais contradições são interligadas e interagem (às vezes se apoiam) mutuamente; e revelam um retrato muito mais descentralizado do capital do que se costuma pintar.

    “A exposição ganha complexidade à medida que parte para as contradições mutáveis, abrindo as contradições do capital para a interação com as do capitalismo e avaliando suas formas no tempo e no espaço. Como geógrafo, dá justo destaque ao desenvolvimento desigual das regiões e aborda como o Estado legitima e apoia a acumulação por espoliação”, diz o economista e professor da Unicamp, Pedro Paulo Zahluth Bastos. Harvey aborda por último as contradições perigosas, que podem provocar uma degradação progressiva da terra e um empobrecimento em massa, aumentando radicalmente a desigualdade social e a desumanização de grande parte da humanidade.

    Ao final do livro, vemos um dos mais influentes marxistas da atualidade sintetizar sua experiência de compreensão das dinâmicas do capital em “17 ideias para uma práxis política”, um explosivo manifesto humanista revolucionário com orientações práticas para quem busca desafiar o regime capitalista de uma vez por todas. Para cada contradição do capital revelada e destrinchada, Harvey rebate com uma proposta formulada de maneira clara e direta ao ponto. Não é à toa que considere este o “livro mais perigoso” que já escreveu.

    REF: 17 contradições e o fim do capitalismo Categorias Economia, Geografia Etiquetas: Boitempo, David Harvey, Geografia

    R$69,00 Comprar
  • 1917 – o ano que abalou o mundo

    No livro, organizado por Ivana Jinkings e Kim Doria, autores como Anita Prestes, Michael LöwyDomenico Losurdo, Wendy Goldman, Adilson Mendes, Tariq Ali e Arlete Cavaliere analisam em profundidade tópicos como a influência e a herança do movimento no Brasil, as relações entre pensamento filosófico e revolução, a participação das mulheres revolucionárias, o legado da Revolução, o cinema soviético e o teatro russo. Todos os textos são seguidos por fotografias e cartazes de época, que discutem e representam o legado e o processo da Revolução.
    Michael Löwy revisita os ideais e sonhos da Revolução Russa considerando os atuais dilemas e conflitos que vêm eclodindo em diversos países envolvendo movimentos nacionalistas, “limpezas étnicas”, guerras religiosas, entre outros. Löwy resgata como foi elaborada a reflexão dos bolcheviques sobre a questão nacional e em que medida sua prática, nos primeiros anos da União Soviética, esteve à altura dos princípios expressos.
    O totalitarismo e o conceito de colonialismo são temas do ensaio do filósofo italiano Domenico Losurdo, que pretende demonstrar que os líderes do nazismo alemão e da União Soviética tinham posições políticas antagônicas. “A guerra de Hitler foi uma guerra colonial, de base racial, bastante semelhante à política de conquistas dos Estados Unidos. A União Soviética de Stálin se opôs de forma vigorosa e bem-sucedida a essa guerra. Ou seja: Stálin e Hitler não são irmãos gêmeos, e sim inimigos mortais”, afirma.
    Wendy Goldman assina o artigo A libertação das mulheres e a Revolução Russa, que conta a história da participação feminina na sociedade e na política soviética à luz dos quatro elementos que compunham o projeto bolchevique de transformação social e jurídica: a socialização do trabalho doméstico, a plena igualdade entre gêneros, a livre união e o definhamento da família.
    O cinema, por sua vez, é analisado no texto de Adilson Mendes, que expõe que os filmes produzidos naquele período permitem não apenas compreender a sociedade soviética, mas contribuem para redefinir completamente o gosto cinematográfico ao redor do mundo, chamando a atenção da crítica atualizada, interessada na potencialidade da nova arte e em seus aportes estéticos e políticos.
    O artigo de Arlete Cavaliere, por exemplo, trata do experimentalismo e vanguarda do teatro russo a partir do movimento denominado Vanguardas Russas, gerado à época da Revolução. De acordo com a autora, “tanto no plano da dramaturgia como em sua expressão cênica, a arte teatral produziu a mais audaciosa simbiose de variadas tendências estéticas e artísticas, fomentando uma profusão de experiências cênicas inusitadas, que criaram uma nova concepção do fenômeno do teatro”.
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  • A cidade & a cidade

    Quando o corpo de uma mulher assassinada é encontrado na decadente cidade de Beszel, em algum lugar nos confins da Europa, parece apenas mais um caso trivial para o Inspetor Tyador Borlú, do Esquadrão de Crimes Extremos. Mas, à medida que avança a investigação, as evidências começam a apontar para conspirações muito mais estranhas e mortais do que ele poderia supor. Logo seu trabalho o coloca, e aqueles ao seu redor, em perigo e Borlú deve viajar à única metrópole na Terra tão estranha quanto a sua, por meio de uma fronteira sem igual.
    Em uma envolvente e premiada narrativa, híbrido de thriller policial e ficção científica, aos poucos descobrimos que a jovem assassinada tinha envolvimento com a agitação política e cultural entre Beszel e sua “cidade gêmea”, Ul Quoma. As duas cidades ocupam o mesmo espaço geográfico, mas constituem nações diferentes, monitoradas por um poder secreto conhecido como “Brecha”. O habitante de uma cidade é educado desde a infância a “desver” a outra cidade, seus habitantes, suas construções e os eventos que lá ocorrem. Em ambas as cidades, ignorar a separação, mesmo sem querer, é considerado um crime terrível, ainda mais grave do que cometer um assassinato.
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  • A guerra civil na França

    A guerra civil na França, texto escrito originalmente em 1871 por Karl Marx como “Terceira Mensagem do Conselho Geral da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT)” e difundido como livro na Europa e nos Estados Unidos. Em edição posterior, de 1891, Friedrich Engels acrescentaria as duas primeiras mensagens de Marx para a Internacional, complementando as bases dos estudos históricos dessa que foi a primeira experiência histórica de tomada de poder pela classe trabalhadora.

    A célebre obra traz ao mesmo tempo um retrato da breve existência (72 dias) da Comuna de Paris e um chamado à ação da classe trabalhadora francesa contra a repressão praticada pelas forças militares de Versalhes em oito dias de extermínio do poder comunal, de 21 a 28 de maio de 1871, conhecida como “Semana Sangrenta”. Marx apresenta um relato entusiasmado sobre a defesa de Paris por uma maioria de origem operária.

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