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Florestan e as bases do marxismo

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Marx, Engels, Lenin – a história em processo (Florestan Fernandes; K. Marx, F. Engels e V. Lenin)
O leitor verá aqui preciosas análises teóricas sobre decisivos componentes históricos de ruptura societária nos quais concorrem temas próprios ao processo revolucionário: a consciência de classe, a relação vanguarda (partido)/massa, a questão da transição e a problemática do sujeito da revolução proletária. Encontrará também brilhantes reflexões que dão conta de eventos revolucionários tratados como história em (permanente) processo, apreendida como realidade concreta, “como totalidade histórica na qual se fundem o que parece ser superficial e o que é tido como profundo”.

Contribuição à crítica da economia política (K. Marx)
Na Contribuição à crítica da Economia Política Marx estuda a mercadoria e o dinheiro ou a circulação simples, desenvolvendo de modo sistemático e completo sua teoria do valor e sua teoria monetária. É uma das fontes mais importantes – a outra é O capital – para o estudo do seu pensamento econômico. A ampla bibliografia estudada por Marx mostra muito bem quais sãos as proporções de sua ligação com a Escola Clássica da economia. Verifica-se que principalmente aquela velha representação de Marx como um simples prolongamento de Ricardo não tem nenhuma consistência. Devemos considerar que Marx recebeu a herança que a economia política poderia dar-lhe no século 19, após uma longa evolução que começa no mercantilismo e culmina nos trabalhos de Adam Smith e de toda a Escola Clássica. Esta também era um produto direto da época que mais o interessava, motivo por que eu maior atenção aos seus representantes, à sua crítica e ao seu desenvolvimento.

A Origem da família, da propriedade privada e do Estado (F. Engels)
A opressão masculina coincide, portanto com a forma civilizatória definida pelos “interesses mais baixos, a cobiça vil, a brutal avidez de lucro, a soberba, o saque egoísta da propriedade comunal; [pelos] recursos mais infames, o roubo, a violação pela força, a fraude, a traição, os que minaram e destruíram a sociedade gentílica. E a nova sociedade, ao cabo de três mil anos de existência segue sendo e não tem sido mais do que a prosperidade de um punhado de homens a custa da imensa maioria de explorados e oprimidos

O Estado e a revolução (V. Lenin)
Este livro, obra capital do marxismo, escrito em 1917, nega a viabilidade do controle revolucionário do poder pela burguesia e suscita o problema da transformação do partido, do papel do proletariado na revolução e da tomada do poder pelas classes trabalhadoras, reestabelecendo assim, a teoria de Marx e Engels sobre o Estado e o papel da ditadura do proletariado na revolução socialista.

Nós e o marxismo (Florestan Fernandes)
O livro de Florestan Fernandes sobre a apropriação histórica dos conceitos marxistas. Discute o revisionismo e propõe uma abordagem atualizada da proposta marxista original para a luta de classes que parta da observação da realidade, no caso, a brasileira.

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Autor:
Florestan Fernandes, Karl Marx, Friedrich Engels, Vladmir Lenin

Número de páginas:
-

ISBN:
-

Editora:
Expressão Popular

ID do produto: 42773

Descrição

Florestan Fernandes (1920-1995) foi um intelectual brasileiro comprometido com os “de baixo”, como ele mesmo se apresentava: “socialista, militante de movimentos de protesto social, sociólogo e professor” que contribuiu para a compreensão da realidade social brasileira, para a defesa dos direitos dos trabalhadores, dentre eles, o direito à educação e à igualdade racial.

Foi professor na Universidade de São Paulo desde 1945, catedrático em 1964, mas cassado pelo AI-5, em 1969. No exílio, foi professor em universidades canadenses e estadunidenses. Em 1978, já no Brasil, foi convidado a lecionar na PUC/SP. Em 1986, foi eleito deputado federal à Constituinte, pelo Partido dos Trabalhadores, e reeleito em 1990. Dentre vasta produção intelectual, destacamos as obras publicadas pela Expressão Popular:  A universidade brasileira: reforma ou revolução?, Da guerrilha ao socialismo: a revolução cubana, Apontamentos sobre a “Teoria do Autoritarismo, Poder e contrapoder na América Latina, O que é revolução?, O significado do protesto negro, A contestação necessária.

Em seu centenário de nascimento, o povo brasileiro relembra a sua trajetória comprometida com a causa da emancipação da humanidade. Como sociólogo, foi considerado fundador da sociologia crítica no Brasil, e grande intérprete do marxismo na América Latina. Com isso, contribuiu para o estudo das questões raciais, da escravidão e da abolição, sob a ótica da luta de classes, bem como do debate sobre a revolução burguesa no Brasil e as tarefas revolucionárias na América Latina e no Brasil. Como lembrou Antonio Candido sobre seu grande amigo Florestan: “Creio que ele foi o primeiro e até hoje o maior praticante no Brasil desse tipo de ciência sociológica, que é ao mesmo tempo arsenal da práxis, fazendo o conhecimento deslizar para a crítica da sociedade e a teoria da sua transformação”.

Informação adicional

Peso 1.078 kg