Hora do teatro épico no Brasil, A

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Finalmente reeditada depois de vinte anos, esta obra consagrada por trabalhadores do teatro e pesquisadores como estudo da articulação entre cultura e política, a partir das mediações entre luta social e produção teatral, retoma o debate sobre atrajetória do teatro épico no Brasil. Publicada pela primeira vez em 1996, A hora do teatro épico no Brasil tornou-se um marco para as pesquisas por ter lançado luz sobre a história da transição do teatro moderno brasileiro, do teatro dramático aoteatro épico. Iná Camargo analisa este momento decisivo da história do teatro moderno brasileiro, ao observar, num conjunto de peças, como os temas da esfera pública progressivamente passam de conteúdo dissonante na forma dramática, como ocorre em Eles não usam black-tie e Quatro quadras de terras, para uma relação dialética do processo social internalizado na forma estética, como é demonstrado em Revolução na América do Sul, A mais-valia vai acabar, seu Edgar e Os Azeredo mais os Benevides.Iná contribui para a retomadado legado estético e político do teatro do Centro Popular de Cultura (CPC) no processo de desmercantilização do teatro e de intensa politização da sociedade na construção de um projeto popular, violentamente destruído pelo golpe militar de 1964. Edição dedicada pela autora à memória do dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009). Um livro para pesquisadores, estudantes e professores de teatro, de teoria literária, trabalhadores do teatro e militantes sociais.

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Autor:
Iná Camargo Costa (Prefácio de Roberto Schwarz)

Número de páginas:
215

ISBN:
978-85-7743-285-1

Editora:
Expressão Popular

ID do produto: 9435

Descrição

crédito|Paulo GuimarãesIná Camargo Costa é doutora em Filosofia (USP), especialista em Teoria Literária, cuja vida acadêmica foi dedicada aos estudos da dramaturgia nacional e do teatro épico, tornando-se referência para os estudos sobre Bertolt Brecht e o teatro épico no Brasil e para vários grupos de teatro com os quais desenvolveu intensa militância. Atualmente, é professora aposentada do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada (USP) e assessora da Coordenação de Cultura do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). É autora dos livros: Nem uma lágrima: teatro épico em perspectiva dialética (Expressão Popular), Sinta o drama, Panorama do Rio Vermelho: ensaios sobre o teatro americano moderno, Arte contra a barbárie, entre outros. Organizadora do livro Das Margens e Bordas – Relatos de Interlocução Teatral: Companhia Estável de Teatro 10 anos. Coautora dos livros A Luta dos Grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas, Pós-modernismo a lógica cultural do capitalismo tardio, Teatro político e questão agrária, 1955-1965 : contradições, avanços e impasses de um momento decisivo, A educação pela arte segundo Mário Pedrosa, Brecht no cativeiro das forças produtivas, O marxismo neokantiano do primeiro Bakhtin, entre outros. Coautora do roteiro de Quanto Vale ou é por quilo? (2005), dirigido por Sérgio Bianchi.

Informação adicional

Peso 0.292 kg

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