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Kit Engels e o Materialismo Histórico (Poucas unidades!)

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Origem da família, da propriedade privada e do Estado, A

A opressão masculina coincide, portanto com a forma civilizatória definida pelos “interesses mais baixos, a cobiça vil, a brutal avidez de lucro, a soberba, o saque egoísta da propriedade comunal; [pelos] recursos mais infames, o roubo, a violação pela força, a fraude, a traição, os que minaram e destruíram a sociedade gentílica. E a nova sociedade, ao cabo de três mil anos de existência segue sendo e não tem sido mais do que a prosperidade de um punhado de homens a custa da imensa maioria de explorados e oprimidos”.

Se essa crítica do progresso, originariamente fundado na propriedade privada das mulheres, já era arrasadora para as condições do século XIX, seu realismo é ainda mais flagrante para a atualidade. A prevalência destrutiva da acumulação hoje em vigor revela o esgotamento e o caráter irreformável desta forma civilizatória. Seu funcionamento finalmente rompe os limites entre civilização e barbárie impondo para toda a humanidade a urgência da alternativa socialista.

Revolução antes da revolução I, A
Engels traça um paralelo entre as lutas camponesas de 1525 com as lutas de 1848 e 1849, principalmente no que se refere à traição da pequena burguesia. O pano de fundo do trabalho é a paciente afirmação sobre a necessidade de os trabalhadores se apresentarem como força revolucionária autônoma, para não se diluírem nos caminhos da revolução burguesa. Presos à contradição entre as condições favoráveis para a ação revolucionária e a ausência de condições históricas e materiais para levar à frente uma superação de caráter socialista, os camponeses alemães mergulham em um “dilema insolúvel”. Textos: As guerras camponesas na Alemanha Revolução e contra-revolução na Alemanha

História, natureza, trabalho, educação

Quatro categorias temáticas organizam a coletânea. “História e método”; “Capitalismo e luta de classes”; “Trabalho e educação” e “Natureza e questão agrária”. As partes correspondentes explicitam o entrelaçamento, no conjunto da obra de Karl Marx e Friedrich Engels, entre textos de análise científica do funcionamento da sociedade capitalista e da relação entre ser humano e natureza, e textos que incidiam politicamente na dinâmica da luta de classes de sua época, seja pela análise das lutas sociais em processo, seja pela construção das ferramentas de organização política da classe trabalhadora. As reflexões sobre a educação das novas gerações integram esse quadro.

Ideologia alemã, A

Trata-se de um texto fundamental para conhecermos Marx e Engels. Nele encontramos um dos primeiros delineamentos da concepção histórica, do local do trabalho e da produção no desenvolvimento dos modos de produção, da relação entre desenvolvimento e totalidade social e dos indivíduos. E com a vantagem de ser um texto de fácil leitura, mesmo para o iniciante. Não é sem razão que A ideologia alemã ocupa um lugar de destaque na quase totalidade das análises que tratam da evolução dos dois grandes revolucionários.

Contribuição à crítica da filosofia do direito de Hegel – introdução

Um dos eixos centrais da metodologia de Marx é a “centralidade do presente” para o conhecimento dos fenômenos históricos. Com essa expressão, entende-se a história como um processo em permanente desenvolvimento e o presente como momento privilegiado para se entender o passado. É a anatomia do homem que permite conhecer a anatomia do macaco – e não o contrário. É também a existência do capitalismo plenamente consolidado que possibilita ao estudioso olhar para as sociedades pré-capitalistas e captar os sinais indicativos da desintegração daquela formação social e anunciadores das possibilidades de desenvolvimento futuro. Não se trata, evidentemente, de projetar o presente no passado, o que faria da história um presente permanente, uma entidade atemporal. O que interessa a Marx é atentar para o processo histórico como um fluxo formado por continuidades e descontinuidades, em que o mais desenvolvido serve para compreender o menos desenvolvido e as tendências que anunciam a sua transformação.

Manifesto do Partido Comunista

Escrito entre dezembro de 1847 e janeiro de 1848, o Manifesto foi impresso e publicado pela primeira vez em Londres, entre fevereiro e março desse último ano. O pequeno livro é, a um só tempo, documento histórico e material de formação clássico dentro do pensamento marxista, indispensável na formação militante e também de pesquisadores e professores das ciências humanas em geral.

A tradução desta edição ficou a cargo do professor Victor Hugo Klagsbrunn, do Departamento de Economia da Universidade Federal Fluminente (UFF) e foi feita diretamente do alemão (Marx-Engels-Werke, v.4, Institut für Marxismus-Leninismus, Dietz-Verlag, Berlin, 1982) e se baseia no texto da última edição revisada por Friedrich Engels, em 1890.

 

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Autor:
F. Engels e K. Marx

Número de páginas:
-

ISBN:
-

Editora:
Expressão Popular

ID do produto: 53252

Descrição

 

Informação adicional

Peso 1.678 kg