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Kit Engels e o Socialismo

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Revolução antes da revolução I, A
Engels traça um paralelo entre as lutas camponesas de 1525 com as lutas de 1848 e 1849, principalmente no que se refere à traição da pequena burguesia. O pano de fundo do trabalho é a paciente afirmação sobre a necessidade de os trabalhadores se apresentarem como força revolucionária autônoma, para não se diluírem nos caminhos da revolução burguesa. Presos à contradição entre as condições favoráveis para a ação revolucionária e a ausência de condições históricas e materiais para levar à frente uma superação de caráter socialista, os camponeses alemães mergulham em um “dilema insolúvel”. Textos: As guerras camponesas na Alemanha Revolução e contra-revolução na Alemanha

Ideologia alemã, A

Trata-se de um texto fundamental para conhecermos Marx e Engels. Nele encontramos um dos primeiros delineamentos da concepção histórica, do local do trabalho e da produção no desenvolvimento dos modos de produção, da relação entre desenvolvimento e totalidade social e dos indivíduos. E com a vantagem de ser um texto de fácil leitura, mesmo para o iniciante. Não é sem razão que A ideologia alemã ocupa um lugar de destaque na quase totalidade das análises que tratam da evolução dos dois grandes revolucionários.

Reforma ou revolução?

Coube à Rosa Luxemburgo enfrentar o debate em uma série de artigos que resultaram no livro Reforma ou revolução, cuja primeira edição é de 1900. Neles a revolucionária demonstra – retomando os elementos centrais da crítica da Economia Política – a necessidade da ruptura revolucionária para se instaurar o socialismo. Apesar do impacto deste livro, a social-democracia alemã adere às posições de Bernstein abandonando a perspectiva de transformação radical das estruturas sociais.

Manifesto do Partido Comunista

Escrito entre dezembro de 1847 e janeiro de 1848, o Manifesto foi impresso e publicado pela primeira vez em Londres, entre fevereiro e março desse último ano. O pequeno livro é, a um só tempo, documento histórico e material de formação clássico dentro do pensamento marxista, indispensável na formação militante e também de pesquisadores e professores das ciências humanas em geral.

A tradução desta edição ficou a cargo do professor Victor Hugo Klagsbrunn, do Departamento de Economia da Universidade Federal Fluminente (UFF) e foi feita diretamente do alemão (Marx-Engels-Werke, v.4, Institut für Marxismus-Leninismus, Dietz-Verlag, Berlin, 1982) e se baseia no texto da última edição revisada por Friedrich Engels, em 1890.

Contribuição à crítica da filosofia do direito de Hegel – introdução

Um dos eixos centrais da metodologia de Marx é a “centralidade do presente” para o conhecimento dos fenômenos históricos. Com essa expressão, entende-se a história como um processo em permanente desenvolvimento e o presente como momento privilegiado para se entender o passado. É a anatomia do homem que permite conhecer a anatomia do macaco – e não o contrário. É também a existência do capitalismo plenamente consolidado que possibilita ao estudioso olhar para as sociedades pré-capitalistas e captar os sinais indicativos da desintegração daquela formação social e anunciadores das possibilidades de desenvolvimento futuro. Não se trata, evidentemente, de projetar o presente no passado, o que faria da história um presente permanente, uma entidade atemporal. O que interessa a Marx é atentar para o processo histórico como um fluxo formado por continuidades e descontinuidades, em que o mais desenvolvido serve para compreender o menos desenvolvido e as tendências que anunciam a sua transformação.

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Autor:
F. Engels, K. Marx, Rosa Luxemburgo

Número de páginas:
-

ISBN:
-

Editora:
Expressão Popular

ID do produto: 53250

Descrição

 

Informação adicional

Peso 0.775 kg