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Confira 5 obras essenciais para conhecer Florestan Fernandes:

Universidade brasileira: reforma ou revolução?

Universidade brasileira: reforma ou revolução? reúne nove primorosos ensaios de Florestan, muitos deles estruturados a partir das conferências realizadas no contexto mais amplo do que se convencionou chamar “reformas de base”, entre os anos de 1967 e 1968. Inicialmente organizado para ser lançado em 1969, ano da aposentadoria compulsória do autor imposta pela ditadura civil-militar, teve sua primeira edição somente em 1975. Os escritos registram a memória de intervenções públicas realizadas, de acordo com o autor, com o intuito de colaborar com estudantes, intelectuais, políticos e os colegas da resistência no processo de reflexão sobre a cooptação da bandeira da Reforma Universitária operada pelos militares.

Reflexões sobre a construção de um instrumento político

Para Florestan Fernandes, o socialismo surge criticando, entre outros elementos, “o Estado capitalista como modalidade de democracia restrita, apesar das constituições e das eleições”. Com isso em vista e com um século de experiências de revolução e contrarrevolução, o autor identifica duas questões centrais – a social-democracia e o partido como instrumento revolucionário – para a condução das práticas do Partido dos Trabalhadores de 1991, e ao longo do texto busca subsidiar a reflexão sobre o assunto.

Contestação necessária – retratos intelectuais de inconformistas e revolucionários

sta obra permite atualizar suas reflexões e análises sobre os desafios das lutas de classes em um contexto de feroz ofensiva do capital. A obra busca resgatar a trajetória de intelectuais de distintos modos contestadores da ordem vigente, em favor da superação desta injusta ordem social.

A questão que motiva Florestan é a práxis revolucionária e a possibilidade de modificar a relação de forças nas lutas de classes; e através das pequenas biografias de intelectuais e militantes como Marighella, Luis Carlos Prestes, Antonio Cândido, Hermínio Sachetta e outros, é possível compreender melhor o pensamento de Florestan e seu testamento.

Marx, Engels, Lenin – a história em processo

O leitor verá aqui preciosas análises teóricas sobre decisivos componentes históricos de ruptura societária nos quais concorrem temas próprios ao processo revolucionário: a consciência de classe, a relação vanguarda (partido)/massa, a questão da transição e a problemática do sujeito da revolução proletária. Encontrará também brilhantes reflexões que dão conta de eventos revolucionários tratados como história em (permanente) processo, apreendida como realidade concreta, “como totalidade histórica na qual se fundem o que parece ser superficial e o que é tido como profundo”.

Nós e o marxismo

O livro de Florestan Fernandes sobre a apropriação histórica dos conceitos marxistas. Discute o revisionismo e propõe uma abordagem atualizada da proposta marxista original para a luta de classes que parta da observação da realidade, no caso, a brasileira.

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Autor:
Florestan Fernandes

Número de páginas:
1040

ISBN:
-

Editora:
Expressão Popular

ID do produto: 39508

Descrição

Florestan Fernandes (1920-1995) foi um intelectual brasileiro comprometido com os “de baixo”, como ele mesmo se apresentava: “socialista, militante de movimentos de protesto social, sociólogo e professor” que contribuiu para a compreensão da realidade social brasileira, para a defesa dos direitos dos trabalhadores, dentre eles, o direito à educação e à igualdade racial.

Foi professor na Universidade de São Paulo desde 1945, catedrático em 1964, mas cassado pelo AI-5, em 1969. No exílio, foi professor em universidades canadenses e estadunidenses. Em 1978, já no Brasil, foi convidado a lecionar na PUC/SP. Em 1986, foi eleito deputado federal à Constituinte, pelo Partido dos Trabalhadores, e reeleito em 1990. Dentre vasta produção intelectual, destacamos as obras publicadas pela Expressão Popular:  A universidade brasileira: reforma ou revolução?, Da guerrilha ao socialismo: a revolução cubana, Apontamentos sobre a “Teoria do Autoritarismo, Poder e contrapoder na América Latina, O que é revolução?, O significado do protesto negro, A contestação necessária.

Em seu centenário de nascimento [22/07/2020], o povo brasileiro relembra a sua trajetória comprometida com a causa da emancipação da humanidade. Como sociólogo, foi considerado fundador da sociologia crítica no Brasil, e grande intérprete do marxismo na América Latina. Com isso, contribuiu para o estudo das questões raciais, da escravidão e da abolição, sob a ótica da luta de classes, bem como do debate sobre a revolução burguesa no Brasil e as tarefas revolucionárias na América Latina e no Brasil. Como lembrou Antonio Candido sobre seu grande amigo Florestan: “Creio que ele foi o primeiro e até hoje o maior praticante no Brasil desse tipo de ciência sociológica, que é ao mesmo tempo arsenal da práxis, fazendo o conhecimento deslizar para a crítica da sociedade e a teoria da sua transformação