Kit Mulheres Trabalhadoras

R$65,00

Este Kit tem como função apresentar a vivência das mulheres do campo e da cidade, sua autorreflexão sobre as opressões de gênero tanto no aspecto mais geral de uma sociedade capitalista de classes quanto em seu cotidiano, e, a partir daí, mostrar a força da auto-organização a favor de uma sociedade igualitária.

Feminismo camponês popular: reflexões a partir de experiências no Movimento de Mulheres Camponesas (Adriana Maria Mezadri, Justina Inês Cima, Noeli Walter Taborda, Sirlei Antoninha Kroth Gaspareto, Zenaide Collet (Orgs): O livro Feminismo camponês popular: reflexões a partir de experiências no Movimento de Mulheres Camponesas é um material de formação que parte da trajetória histórica das mulheres que ousaram se organizar e lutar contra o sistema capitalista, patriarcal e racista. Por isso, contribui com o fortalecimento de toda forma de organização para avançar na resistência e no enfrentamento à discriminação, à opressão, à exploração e à violência. Uma obra voltada para estudantes, educadores e educadoras, trabalhadores e trabalhadoras, militantes sociais, que lutam por um mundo humano e justo que respeite todas as formas de vida, por meio de novas relações.

Entre o impossível e o necessário – esperança e rebeldia nos trajetos de Mulheres Sem-Terra do Ceará (Adelaide Gonçalves, Paula Godinho e Maria de Lourdes Vicente da Silva): Com relatos de vida recolhidos entre mulheres do Ceará, militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), torna-se legível a relação entre a experiência e a expectativa, a delinear existências que não toleram os limites das correntes, do arame farpado e da propriedade privada do latifúndio, abrindo os trilhos da reforma agrária. É a vez e a voz de mulheres que vivem em vários assentamentos cearenses do sertão, do sul, do litoral norte, e numa comuna da cidade de Fortaleza. Elas nos ensinam um modo diferenciado de organizar a produção, a distribuição da riqueza, a sociedade e o mundo. Ao individualismo respondem com formatos associativos e comunitários, à concorrência opõem a cooperação, à acumulação preferem a igualdade, ao agronegócio contrapõem a agroecologia. Não é de derrotas que aqui se parte, mas do sabor de vitórias, que podem ser relativas, contingentes, como todas, mas que mudam as vidas. Os triunfos nem sempre são retumbantes. Porém, mesmo quando limitados, no tempo ou no espaço, inauguram caminhos. As subalternas, que aqui contam suas histórias, cortam correntes e arame farpado, inauguram rumos, e demostram que o impossível pode estar no campo das possibilidades. O desespero é vivido a solo, mas a indignação junta quem está isolado, dilatando a expectativa.

Trabalho duplicado, O (Cláudia Mazzei Nogueira): Dada a enorme feminização do mundo do trabalho, a autora realiza uma incursão empírica que lhe permite explicitar, de maneira pioneira, alguns traços constitutivos da dupla jornada de trabalho que caracteriza o cotidiano feminino. E o faz através do estudo das trabalhadoras do telemarketing, caracterizado tanto pela exploração existente no mundo produtivo dos call center, quanto pela opressão estampada no espaço reprodutivo. O que configura o que a autora sugestivamente denomina como trabalho duplicado.

 

 

Brindes:

Capitalismo digital, comunicação e construção de movimento (Adriana Vieira das Graças, Fabiana de Oliveira Benedito, Helena Zelic, Natália Lobo, Renata Moreno e Silvia Ribeiro / Sempreviva Organização Feminista):  Neste caderno buscamos revelar mecanismos do capitalismo digital que atacam os processos de emancipação dos povos. Mesmo focados em pontos específicos dessa grande cadeia, os textos têm em comum uma visão crítica às dinâmicas tecnológicas de mercado que adentram nos cotidianos, no trabalho e na vida das mulheres, no campo e na cidade. Os artigos também coincidem em uma perspectiva feminista, atenta aos desafios que se impõem às mulheres em relação à organização, à informação e à sustentação da vida. A recusa das propriedades privadas (as materiais e as digitais), o direito à informação, a organização feminista e a soberania dos povos são alguns dos pilares para a construção de possibilidades e alternativas na disputa contra o capitalismo digital.

Estudos Feministas #1 – Mulheres de luta, Mulheres em Luta (Instituto Tricontinental): Nesta publicação sobre Mulheres em Luta do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social traremos uma análise introdutória da conjuntura de lutas das mulheres nos três continentes – Ásia, África e América – em tempos de resistência contra o avanço agressivo de um neoliberalismo conservador, cujas mulheres se tornam os primeiros e principais alvos da precarização, opressão e exploração do trabalho e da vida.

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Autor:
Adriana Maria Mezadri, Justina Inês Cima, Noeli Walter Taborda, Sirlei Antoninha Kroth Gaspareto, Zenaide Collet (Orgs); Adelaide Gonçalves, Paula Godinho e Maria de Lourdes Vicente da Silva; Cláudia Mazzei Nogueira; Adriana Vieira das Graças, Fabiana de Oliveira Benedito, Helena Zelic, Natália Lobo, Renata Moreno e Silvia Ribeiro e Instituto Tricontinental

Número de páginas:
-

ISBN:
-

Editora:
Expressão Popular

ID do produto: 30430

Descrição

 

Informação adicional

Peso 0.705 kg